segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sobre o post a seguir
O post a seguir, ou ultimo post, e eu não sei como só sei que sim, significa a vida de uma escritora.... Só que de uma maneira extremamente subjetiva. Tão subjetiva que, ao menos conscientemente, eu não conseguiria entender ou explicar. Sinta, leia com o inconsciente... Se é que você acredita que isso seja possivel.
Uma mente de escritora
Palavras se espalharam pelo quarto. Sem significados, papeis
recortados, tudo aleatório. Mas quão aleatório pode ser a aleatoriedade inconsciente
dos fatores que desencadeiam os fatos¿ Bom, se você, assim como eu, não
consegue entender a frase acima, fique feliz. Não é uma pessoa estranha, nem
deve temer o que os outros pensam de você. Agora, se você, assim como eu,
subconscientemente entendeu o que aquelas palavras jogadas no branco do papel
queriam dizer, bem vindo ao clube de seres estranhos que as pessoas
julgam.... Estranhos.
– Falar sozinha te torna estranha, na minha opinião... –
disse o jovem de olhos verdes enquanto se apoiava no batente da porta encarando
o chão, ou melhor, o tapete de recortes que cobria o mesmo.
– E aonde isso vai nos levar¿ – ela disse folheando revistas
em busca de palavras.
– Por que você procura tanto por palavras¿ - ele disse entrando
cautelosamente no quarto.
– Por que palavras são as coisas mais poderosas, livres,
seguras e paradoxas que poderiam existir. – pela primeira vez no dia ela
encarara o jovem. Seus olhos castanho-avermelhados reluziam como bolinhas de
gude molhadas, descrição que o garoto dera usando palavras aleatórias do jeito
que a jovem gostava. – Paradoxas por serem tudo aquilo e, ao mesmo tempo, todo
o oposto do que elas podem ser.
Incapaz de não
pisar nas palavras ele foi até a jovem e se sentou ao seu lado. Abraçou seus
joelhos e olhou para ela. O vestido rosa bebê que ela usava combinava com seus
cabelos indecisos. Indecisos por começarem lisos e sem volume e terminarem em
cachos bem formados, e também por ter uma cor indefinida variando de castanho à
vermelho, dependendo do dia e do humor da pequena. Ela recortou mais uma
palavra e a jogou ao vento. Ela planou até pousar sobre outra. O jovem apenas
observava.
– Eu acho... – ele começou sem roubar a atenção da jovem.
Era raro ela encarar ele mais de uma vez ao dia. Tudo se resumia em encontrar
as palavras certas, nos lugares certos, e jogá-las ao vento desejando que elas caíssem
nos lugares certos... E quem julgaria
onde é certo e errado para elas caírem, ou quais palavras poderiam ser erradas,
e onde seriam os locais errados para encontrá-las¿ Até nisso palavras são
paradoxas. Ele continuou após soltar um longo suspiro – Eu acho que você
procura palavras para se sentir menos solitária. – a jovem parou de recortar
ficando imóvel, apenas escutando.
– Você se tranca em
seu quarto por medo de palavras que possam de ferir, e recorta essas palavras
pois o máximo que elas podem atingir é a superfície de sua pele, sendo que, na
verdade, tudo o que você quer é ouvir palavras de alguém que sejam verdadeiras
e te deem certeza de alguma coisa. Você quer se apoiar nas palavras ditas da
mesma forma que você se apoia nas recortadas... Porém com as recortadas não
existe tanto medo. Elas vão estar ali, e o tempo não vai mudá-las de
lugar... Nem você, pois você tem medo de
que uma palavra fora do lugar, como essa – ele disse pegando uma palavra
aleatória do chão – possa mudar toda a sua vida. – ele jogou a palavra para o
alto. Agora a jovem o observava aterrorizada. Ninguém nunca havia sequer ousado
entrar no quarto, quanto mais mexer em suas preciosas palavras.
– Não ouse tocar em mais nenhuma palavra....
– Palavras não foram feitas para serem tocadas. Talvez
escritas ou lidas, mas, e principalmente, para serem ouvidas e faladas! Como eu
te amo...
O silêncio tomou
conta do local, ela lentamente se levantou e saiu do quarto. Ele foi atrás
dela, segurou seu pulso e a puxou para perto, tão perto que seus narizes
poderiam se encostar sem o menor esforço.
–Palavras foram feitas para serem ditas e ouvidas... Então
ouça-as... Eu te amo, e vou te amar pra
sempre. Se apoie em mim, pois eu estarei sempre ao teu lado... – ela fechou os olhos com força, como se
aquilo fosse fazer com que ele desaparecesse, ou fosse fazer com que o medo
desaparecesse. Ele a beijou. – Labios foram feitos para serem tocados... – ele segurou
a mão dela com uma das mãos e entrelaçou seus dedos. – mãos foram feitas para
serem tocadas... – com o braço livre ele abraçou a cintura ela – corpos foram
feitos para serem tocados... Não palavras... – ele a beijou na testa e saiu
andando.
Palavras se espalharam pelo quarto. Sem significados, papeis
recortados, tudo aleatório. E tão quanto aleatório, tudo é paradoxo. “Sempre ao
teu lado...” ele disse... Porém o sempre
dele acabou, e o meu pra sempre continua...
Amaria ele a mim ou a si mesmo, dizendo um para sempre que apenas o
afetou¿
-Fases de uma escritora em sua mente mundana; Uma Existência
Inexistente narrando Srta. MPS.
Heey yooo mayonderlaand :DD
Vejamos, as novidades são: depois de muito tempo ensaiando e dirigindo a peça de P.A. ela ficou pronta, e ficou linda *o* As aulas de circo vão muito bem, nems ei se cheguei a falar aqui delas xD Malabares, caara, eu sei malabarear aushausha
Meu livro já foi publicado e essa semana, possivelmente, eu recebo as cópias dele *w* E.... Bom, creio que seja isso o básico do básico.
Achei muito lindo o que falaram antes de fazermos a peça "Temos de agradecer a may prq sem ela isso não estaria assim" E eu achando que tava todo mundo cansado de olhar pra minha cara xD Isso tudo uniu demais a sala s2 Atéo gunther falou, que esse era o ultimo ano e que tinhamos de fazer bonito o/
As aulas de violão vão bem, o festival vai ser no ia da fuvest, e laia e.e' Mas de boa kkk deve dar tempo xD
Uma coisa que eu andei descobrindo sobre mim mesma é que adoro ombros e cafunés.... Sempre que eu estou estressada, e isso eu já sabia, eu pocuro, literalmente, um ombro amigo. Essa semana eu 'descarreguei' minha mente em muitos ombros, principalmente no do caski s2 E cafunés.... Sempre gostei de fazer cafuné nas pessoas (cafuné e massagem, mas quem não gosta de massagem, né? xD) e hoje o Rafael me deu tchau, e ele costuma dar tchau pondo a mão no pescoço.... Só que hoje ele me deu tchau do mesmo jeito, tipo: beijo na bochecha e mão na nuca, só que ele fez cafuné ao mesmo tempo.... é gostoso dar tchau pra ele kkkkkkk'
Ontem papai me comprou um dos livros da jane austen *o* nunca achei que eu fosse gostar dela xD E agora vou ligar pra danny pra ver se ela quer ir no shopping sexta e depois ler ele \ o /
Vejamos, as novidades são: depois de muito tempo ensaiando e dirigindo a peça de P.A. ela ficou pronta, e ficou linda *o* As aulas de circo vão muito bem, nems ei se cheguei a falar aqui delas xD Malabares, caara, eu sei malabarear aushausha
Meu livro já foi publicado e essa semana, possivelmente, eu recebo as cópias dele *w* E.... Bom, creio que seja isso o básico do básico.
Achei muito lindo o que falaram antes de fazermos a peça "Temos de agradecer a may prq sem ela isso não estaria assim" E eu achando que tava todo mundo cansado de olhar pra minha cara xD Isso tudo uniu demais a sala s2 Atéo gunther falou, que esse era o ultimo ano e que tinhamos de fazer bonito o/
As aulas de violão vão bem, o festival vai ser no ia da fuvest, e laia e.e' Mas de boa kkk deve dar tempo xD
Uma coisa que eu andei descobrindo sobre mim mesma é que adoro ombros e cafunés.... Sempre que eu estou estressada, e isso eu já sabia, eu pocuro, literalmente, um ombro amigo. Essa semana eu 'descarreguei' minha mente em muitos ombros, principalmente no do caski s2 E cafunés.... Sempre gostei de fazer cafuné nas pessoas (cafuné e massagem, mas quem não gosta de massagem, né? xD) e hoje o Rafael me deu tchau, e ele costuma dar tchau pondo a mão no pescoço.... Só que hoje ele me deu tchau do mesmo jeito, tipo: beijo na bochecha e mão na nuca, só que ele fez cafuné ao mesmo tempo.... é gostoso dar tchau pra ele kkkkkkk'
Ontem papai me comprou um dos livros da jane austen *o* nunca achei que eu fosse gostar dela xD E agora vou ligar pra danny pra ver se ela quer ir no shopping sexta e depois ler ele \ o /
A melhor conversa sobre amor
Baah - eu quero ele para mim DDDDD:
May - queem?
Baah - quero o yoshida
May - supus que fosse aushaushauhsuahsa
Baah - eu quero eleeeee D:
nem terminei de ver
pq os personagens chamados haru são mais lgls
meu deus ele é tão fofo
DDDDDDDDDDDDDDDDDD:
12 minutos de anime huahuhauau
May - kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O que é ser otaku: é se apaixonar a primeira vista pelas personas lindas s2
Baah - eu gosto dele pq ele é um bobo
huauahauhuh
may - kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
personas lindas s2 x3
Baah - hauuhauah queria ter esses sentimentos por pessoas em carne e osso
May - dooois votos!
na verdade, não é nem isso
é 'queria que brotasse uma pessoa pra eu poder ter esses sentimentos' auhsaushaushuahsuahs
Baah - ISSO
pq não existe
eu ainda não conheci
senhor a unica pessoa que eu conheci que era fofa assim já sumiu da minha vida antes mesmo de eu me tocar que eo adorava muito
só fui me tocar 5 anos depois
mas blz
huauhauhauhuh
May -kkkkk
até aparecer outra, vai mais uma vida kkkkkkk
nem precisa ser pessoa, pode ser alien
Baah - huahuauauh bem isso
May - kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
(acho que essa é a melhor conversa sobre amor que já tive, sério kkkk)
Baah - uhuhauhahuauhauh
mas tinha que ser
uhauhahauhua
May - kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
enfim, o problema não somos nós
o problema é o destino que gosta de joguinhos
ou das pessoas que não querem brotar
Baah - é incrivel, quer dizer eu não queria nada até te falar
não to esperando
mas agora quero que brote
mas depois eu vou ter uns xiliques quando eu me apaixonar
que só por deus
mas sempre tem aquela, de no fim acabar sendo platonico
May - esses sentimentos primaveris
amor
platonico = um amor que só o sentimento basta, sem necessidade de
qualquer outra coisa. só estr do lado da pessoa te faz feliz
juro que de todas as coisas que a hercilia falou, essa foi uma das poucas que decorei
agora matéria que é bom, nada
Baah - então no fim, não seria platonico
huauahuahuah será?
May - sei lá, um dia, quem sabe
Baah - ele teria que gostar muito de mim para chegar a esse ponto
pq eu não sou facil, minha personalidade não é facil, principalmente depois do ano passado
May - kkkkkkkkkk
existe muita gente nesse planeta, baah
porquê não, né? xD
Baah - sei
la, uma parte de mim quer acreditar, mas uma outra já não possue
nenhuma esperança, falo com os meninos que um dia vai aparecer e vamos
rir tanto, mas eu mesma tenho minhas duvidas
mas não é só por causa disso
é pq apareceu alguem que gostava de mim
e eu por saber disso me aproveitei e depois sumi
não me arrependo
não sinto arrependimento
principalmente pq agora ele ta bem
então não vejo pq me arrepender se ele está feliz
mas eu sei que tenho esse lado perverso
meu
primeiro namorado foi a mesma coisa, sabia que ele gostava de mim e
resolvi satisfazer minhas curiosidade sobre um primeiro beijo
mas no fim eu acabei gostando dele, para ele estragar tudo EM LONDRINA
CANALHA
hahuauhauhauh
May - vish ><
esses homens u.u tsc tsc tsc
Baah - huauhauha pois é
então eu sei que se eu souber que alguem gosta de mim
acabarei me aproveitando disso, seja para me satisfazer ou para matar minhas curiosidades
May - kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Baah - sou muito má u-u
May - kkkkkkkkkkkk essa é a graça kkkk
se brotar alguém interessante
eu sei lá o que vou fazer, não tenho jeito com essas coisas kkkkk
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Hair Fashion Show
O mais legal foi a may no onibus 'se trocando' prq ela tava com um vestido de baixo da roupa xD
e minha mãe: Ué! Você não saiu de camiseta e de shorts essa manhã? e eu: tava com o vestido por baixo hihihi
Mas essa não foi a parte mais tam tam tam:
hoje fui no hair fashion show
peguei o CN só que estava um trânsit infernal
e eu não sabia onde era o lugar direito, sabia que era no expo cn
dai eu desci do onibus e fui andando seguindo minha intuição
dai quando eu cheguei perto de umas lojas de carro eu perguntei onde era e eles responderam: logo ali
ou seja, sem saber o caminho eu andei do pari até lá /o/
lol
dai eu andei por lá
comprei mais produtos de banho naturais do que coisas de cabelo
e voltei pra casa
dai eu fui, peguei o center norte
e sentei na frente do onibus
chegando o tucuruvi eu fui pra trás
e tinha um garoto sntado e outro de pé do meu lado
dai eu olhando pra frente...
quando eu olho prum lado, o do meu lado vira a cabeça
e nisso o garoto que tava sentado começa a me encarar
e eu tipo - eeita e.e'''
dai na hora de descer
o garoto que tava sentado ia descer no mesmo ponto que eu
só que tava tão apertado, tão expremido
e eu tava meio que me virando pra ir pra porta
dai ele levantou, eu nã consegui me mexer e pensa numa pose de dança de salão
A gente tava assim!
e eu louca pra rir!
huahuahuahua
serio
dai a gente se encarando tipo 'wth'
eu desci na frente
dai eu subi a rua, ele desceu, dai eu olhei pra tráse ele olhou pra trás
e eu tipo "Não ria, não ria, não ria."
hauhuauhauhauhau
meu deus may vc vive num mangá shoujo
agora eu sou obrigada a escrever uma fic assim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
19:34
hauhahuahuauh
mas é lgl sua reação
vivendo um mangá shoujo e querendo rir
mas ele era bonito?
peguei o CN só que estava um trânsit infernal
e eu não sabia onde era o lugar direito, sabia que era no expo cn
dai eu desci do onibus e fui andando seguindo minha intuição
dai quando eu cheguei perto de umas lojas de carro eu perguntei onde era e eles responderam: logo ali
ou seja, sem saber o caminho eu andei do pari até lá /o/
lol
dai eu andei por lá
comprei mais produtos de banho naturais do que coisas de cabelo
e voltei pra casa
dai eu fui, peguei o center norte
e sentei na frente do onibus
chegando o tucuruvi eu fui pra trás
e tinha um garoto sntado e outro de pé do meu lado
dai eu olhando pra frente...
quando eu olho prum lado, o do meu lado vira a cabeça
e nisso o garoto que tava sentado começa a me encarar
e eu tipo - eeita e.e'''
dai na hora de descer
o garoto que tava sentado ia descer no mesmo ponto que eu
só que tava tão apertado, tão expremido
e eu tava meio que me virando pra ir pra porta
dai ele levantou, eu nã consegui me mexer e pensa numa pose de dança de salão
A gente tava assim!
e eu louca pra rir!
huahuahuahua
serio
dai a gente se encarando tipo 'wth'
eu desci na frente
dai eu subi a rua, ele desceu, dai eu olhei pra tráse ele olhou pra trás
e eu tipo "Não ria, não ria, não ria."
hauhuauhauhauhau
meu deus may vc vive num mangá shoujo
agora eu sou obrigada a escrever uma fic assim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
19:34
hauhahuahuauh
mas é lgl sua reação
vivendo um mangá shoujo e querendo rir
mas ele era bonito?
e sim, ele era bonito kkkk'
Amo minha vida s2
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
E quem está aqui.
Entendendo o cérebro de uma existência inexistente.
Como se define o indefinido? Ela é uma, uma hora, mas é outra outra hora. Ela é aquela que ri, mas ela também é aquela que chora. É a mais risonha, e a mais chorona. Ela é uma, e também é três.
Pense em uma cabeça, por trás de caracóis coloridos uma porta. Não sugiro que você se atreva a procurar por muitas coisas, apenas leia por ler, não se atente ao que vou falar, a não ser que você não goste de sua sanidade. Por trás da porta, um quarto escuro.
Uma luz se acende, não se sabe ao certo se é pela cor da luz ou pela cor ambiente, mas tudo parece se envolver em tons de preto, marrom e um vermelho escuro como sangue seco. Mesmo com o ambiente em tons escuros, tudo é facilmente identificável e você se sente em um lugar realmente claro, confuso a ponto de ser paradoxal.
Naquele lugar você consegue ver um sofá, uma mesa, duas portas e vários arquivos, arquivos mortos. O chão é marrom escuro com círculos vermelhos próximos ao centro, as paredes parecem escurecer em direção ao teto, talvez elas sejam simplesmente altas demais, talvez não. Quanto ao teto, é branco e brilhante como se ele não existisse e ali estivesse a lua brilhando forte como nunca brilhara antes.
No sofá, duas garotas muito parecidas. Poderiam ser gêmeas se não fosse visível a diferença de idade. A mais velha tinha cabelos cacheados longos, iam até um pouco a baixo do ombro. Usava uma tiara vermelha, um casaco vermelho sobre uma blusa branca e um shorts vermelho. A mais nova tinha cabelos curtos, presos em dois rabos. Vestia uma jardineira azul claro cor de céu, as alças da veste tinham botões da cor do tecido, e na área barriga um bolso arredondado preenchendo um grande espaço. Ambas tinham uma pele clara, talvez pela falta de luz, e olhos castanhos brilhantes.
Em questão de personalidade, porém, elas eram bem diferentes. A mais velha tinha uma mentalidade adulta, correta. Era intelectual, vivia pela racionalidade e não pelas emoções. Sabia escrever, entender, ler, calcular, traçar, medir movimentos. Ela também sabia guardar seus sentimentos e sorrir. Sorrir como sempre se deve sorrir, ou seja, como um gato de cheshire. Já, a mais nova, era infantil. Completamente o oposto da primeira ela sentia mais do que pensava, agia, criava, expunha sentimentos e inventava significados. Ela não vivia pela racionalidade, gostava de se entregar e amar como uma criança, era insana. Seus sentimentos eram puros, e ela não ligava de chorar se queria chorar, ou se podia chorar.
Eram iguais, mas eram opostos. Se completavam, mas não se equilibravam.
Por de trás de uma porta, uma sombra. Fazia um bom tempo que ele não saia de lá. Suas roupas eram brancas e cinzas com detalhes em preto, usava um chapéu de pierrot. Seus olhos eram duros e cruéis, e naquele lugar estranho era chamado de coringa. Era bonito, sua pele era parda e um sorriso horas brincalhão, horas cínico, horas duro e seco se mantinha em seu rosto. Sua personalidade era diferente das duas. Ele agia como mediador, ou como estopim para conflitos. Podia defender uma, ou outra, ou as duas, ou discordar delas. Uma criatura estranha, nem sempre anda muito com a estima, quase sempre foge do ego. Quanto mais forte o ego estiver, menos ele irá se manifestar.
O ego é um monstro, ele o oprime. Não o permite se expressar... Talvez o que ele faça lá naquele cubiculo seja cuidar das garotas, mantê-las caladas para que não falem demais, nem façam demais... Para que não se esqueçam quem elas são... Ele mesmo é a estima. E só gosta de sair quando pode opinar, e gosta de opinar quando está para baixo. Adora estar de cabeça para baixo e assim tudo deixar.
Na outra porta vive algo que quase nunca deve sair. Espie pela janela e veja com seus próprios olhos.
Por trás da fechadura você vê um espaço todo preto, novamente o teto parece não existir e um brilho forte vem de cima iluminando perfeitamente o local obscuro. Por trás de uma jaula de barras de ferro cinzas brilhosas uma garota idêntica às duas primeiras. Porém seus cabelos eram longos, até o calcanhar. Usava um vestido justo longo rasgado nas pontas em um tom tão escuro de roxo que podia ser confundido com preto. Seu sorriso era cruel, e seus olhos não tinham o brilho maturo, nem o brilho inocente das outras duas. Tinha um brilho cruel e malicioso.
Ali ninguém entra, de lá nada poderia sair. É lá que está guardado o lado obscuro de muitos anos. E de lá ela sai? Sim, sai. É muito mais fácil sair quando todos estão dormindo, aliás, pois a segurança, o auto-controle, está fraco demais para raciocinar e ver o que é certo e o que é errado. E quando ela sai ninguém a segura. Ela é flexível, quase elástica. Na verdade, é elástica, pois muitas vezes consegue se esticar pelas barras e passar alguns dedos por de baixo da porta. Suas unhas longas e negras brilham nas pontas dos dedos, e só este simples gesto já é o suficiente para o brilho cruel se refletir nos olhos de todos os outros.
Não que a garota seja assustadora, porém a aura que emana é o suficiente para te provar que observar por muito tempo não é uma boa ideia. Também não temos muito a falar sobre ela, pois ninguém se atreveu a conviver o suficiente para estudá-la e entendê-la. E aqueles que isso fizeram preferem relevar, ou não pensar sobre o assunto, por ser tão seco e real que assusta existir.
Feche os olhos e respire fundo. Por trás da porta do coringa ele se virou em sua cama (pois naquele cômodo existe uma cama, e nada mais. É o refugio dele quando o monstro ego aparece, e ele ri ao pensar em como as coisas ficarão de cabeça pra baixo quando o ego se for.) Na jaula, a jovem de cabelos longos ondulados sorriu para você (o arrepio na sua espinha foi o suficiente para que aquela imagem se grave em sua memória e você entenda o porquê de todos preferirem relevar aquela criaturinha) e por ultimo as duas garotas sorriem para você enquanto de lá você sai. A de vermelho arquiva as memórias, arruma os arquivos mortos pacientemente, enquanto a pequena enche o olhar de brilho ao lembrar de pequenas coisas e criar com elas grandes histórias. Agora, abra os olhos.
–Eu te disse... Não sou difícil de entender, mas também não sou algo que humanos estejam prontos para encarar... – disse a existência inexistente ao lhe entregar um copo d’água.
Como se define o indefinido? Ela é uma, uma hora, mas é outra outra hora. Ela é aquela que ri, mas ela também é aquela que chora. É a mais risonha, e a mais chorona. Ela é uma, e também é três.
Pense em uma cabeça, por trás de caracóis coloridos uma porta. Não sugiro que você se atreva a procurar por muitas coisas, apenas leia por ler, não se atente ao que vou falar, a não ser que você não goste de sua sanidade. Por trás da porta, um quarto escuro.
Uma luz se acende, não se sabe ao certo se é pela cor da luz ou pela cor ambiente, mas tudo parece se envolver em tons de preto, marrom e um vermelho escuro como sangue seco. Mesmo com o ambiente em tons escuros, tudo é facilmente identificável e você se sente em um lugar realmente claro, confuso a ponto de ser paradoxal.
Naquele lugar você consegue ver um sofá, uma mesa, duas portas e vários arquivos, arquivos mortos. O chão é marrom escuro com círculos vermelhos próximos ao centro, as paredes parecem escurecer em direção ao teto, talvez elas sejam simplesmente altas demais, talvez não. Quanto ao teto, é branco e brilhante como se ele não existisse e ali estivesse a lua brilhando forte como nunca brilhara antes.
No sofá, duas garotas muito parecidas. Poderiam ser gêmeas se não fosse visível a diferença de idade. A mais velha tinha cabelos cacheados longos, iam até um pouco a baixo do ombro. Usava uma tiara vermelha, um casaco vermelho sobre uma blusa branca e um shorts vermelho. A mais nova tinha cabelos curtos, presos em dois rabos. Vestia uma jardineira azul claro cor de céu, as alças da veste tinham botões da cor do tecido, e na área barriga um bolso arredondado preenchendo um grande espaço. Ambas tinham uma pele clara, talvez pela falta de luz, e olhos castanhos brilhantes.
Em questão de personalidade, porém, elas eram bem diferentes. A mais velha tinha uma mentalidade adulta, correta. Era intelectual, vivia pela racionalidade e não pelas emoções. Sabia escrever, entender, ler, calcular, traçar, medir movimentos. Ela também sabia guardar seus sentimentos e sorrir. Sorrir como sempre se deve sorrir, ou seja, como um gato de cheshire. Já, a mais nova, era infantil. Completamente o oposto da primeira ela sentia mais do que pensava, agia, criava, expunha sentimentos e inventava significados. Ela não vivia pela racionalidade, gostava de se entregar e amar como uma criança, era insana. Seus sentimentos eram puros, e ela não ligava de chorar se queria chorar, ou se podia chorar.
Eram iguais, mas eram opostos. Se completavam, mas não se equilibravam.
Por de trás de uma porta, uma sombra. Fazia um bom tempo que ele não saia de lá. Suas roupas eram brancas e cinzas com detalhes em preto, usava um chapéu de pierrot. Seus olhos eram duros e cruéis, e naquele lugar estranho era chamado de coringa. Era bonito, sua pele era parda e um sorriso horas brincalhão, horas cínico, horas duro e seco se mantinha em seu rosto. Sua personalidade era diferente das duas. Ele agia como mediador, ou como estopim para conflitos. Podia defender uma, ou outra, ou as duas, ou discordar delas. Uma criatura estranha, nem sempre anda muito com a estima, quase sempre foge do ego. Quanto mais forte o ego estiver, menos ele irá se manifestar.
O ego é um monstro, ele o oprime. Não o permite se expressar... Talvez o que ele faça lá naquele cubiculo seja cuidar das garotas, mantê-las caladas para que não falem demais, nem façam demais... Para que não se esqueçam quem elas são... Ele mesmo é a estima. E só gosta de sair quando pode opinar, e gosta de opinar quando está para baixo. Adora estar de cabeça para baixo e assim tudo deixar.
Na outra porta vive algo que quase nunca deve sair. Espie pela janela e veja com seus próprios olhos.
Por trás da fechadura você vê um espaço todo preto, novamente o teto parece não existir e um brilho forte vem de cima iluminando perfeitamente o local obscuro. Por trás de uma jaula de barras de ferro cinzas brilhosas uma garota idêntica às duas primeiras. Porém seus cabelos eram longos, até o calcanhar. Usava um vestido justo longo rasgado nas pontas em um tom tão escuro de roxo que podia ser confundido com preto. Seu sorriso era cruel, e seus olhos não tinham o brilho maturo, nem o brilho inocente das outras duas. Tinha um brilho cruel e malicioso.
Ali ninguém entra, de lá nada poderia sair. É lá que está guardado o lado obscuro de muitos anos. E de lá ela sai? Sim, sai. É muito mais fácil sair quando todos estão dormindo, aliás, pois a segurança, o auto-controle, está fraco demais para raciocinar e ver o que é certo e o que é errado. E quando ela sai ninguém a segura. Ela é flexível, quase elástica. Na verdade, é elástica, pois muitas vezes consegue se esticar pelas barras e passar alguns dedos por de baixo da porta. Suas unhas longas e negras brilham nas pontas dos dedos, e só este simples gesto já é o suficiente para o brilho cruel se refletir nos olhos de todos os outros.
Não que a garota seja assustadora, porém a aura que emana é o suficiente para te provar que observar por muito tempo não é uma boa ideia. Também não temos muito a falar sobre ela, pois ninguém se atreveu a conviver o suficiente para estudá-la e entendê-la. E aqueles que isso fizeram preferem relevar, ou não pensar sobre o assunto, por ser tão seco e real que assusta existir.
Feche os olhos e respire fundo. Por trás da porta do coringa ele se virou em sua cama (pois naquele cômodo existe uma cama, e nada mais. É o refugio dele quando o monstro ego aparece, e ele ri ao pensar em como as coisas ficarão de cabeça pra baixo quando o ego se for.) Na jaula, a jovem de cabelos longos ondulados sorriu para você (o arrepio na sua espinha foi o suficiente para que aquela imagem se grave em sua memória e você entenda o porquê de todos preferirem relevar aquela criaturinha) e por ultimo as duas garotas sorriem para você enquanto de lá você sai. A de vermelho arquiva as memórias, arruma os arquivos mortos pacientemente, enquanto a pequena enche o olhar de brilho ao lembrar de pequenas coisas e criar com elas grandes histórias. Agora, abra os olhos.
–Eu te disse... Não sou difícil de entender, mas também não sou algo que humanos estejam prontos para encarar... – disse a existência inexistente ao lhe entregar um copo d’água.
E quem está ai?
É estranho você pensar em algo para escrever e não saber ao certo quem pensou nisso... Claro que foi você, mas quem é você?
Quando você sabe quem é você, você consegue saber quando é você, e quando não é você. Para os outros, a mistura de todos 'vocês' é você... Para você, você é você e ninguém mais, e 'os outros são os outros e só'.
Como você pensa? Como você reage? O que você faz? Quem é você?
Se você gosta de vermelho, porque insiste em escrever sobre azul? É você que está escrevendo sobre azul, mas seria mesmo você?
Quando se cria personagens em sua mente você consegue entender melhor as coisas, separar melhor as coisas, confundir melhor as coisas. E quem é que escreve? Quem vos escreve, Srta. MPS ou Existencia inexistente, ou ambas em uma discussão infinita sobre o que é o que, e pontos de vistas diferentes sobre um mesmo assunto de conclusão já esperada.
E quem aqui vos escreve, não seria alguém que observa de fora o pensamento de uma pessoa consigo mesma? Mas não seria apenas essa pessoa capaz de ouvir seus dialogos? Portanto, quem agora está ai, a dominar estas palavras e manipular o cerebro de uma pequena existencia inexistente?
Se a resposta estiver no texto, não se assustem.... Também não fui capaz de descorir até terminar as pontuações de mais um texto aleatório.
Quando você sabe quem é você, você consegue saber quando é você, e quando não é você. Para os outros, a mistura de todos 'vocês' é você... Para você, você é você e ninguém mais, e 'os outros são os outros e só'.
Como você pensa? Como você reage? O que você faz? Quem é você?
Se você gosta de vermelho, porque insiste em escrever sobre azul? É você que está escrevendo sobre azul, mas seria mesmo você?
Quando se cria personagens em sua mente você consegue entender melhor as coisas, separar melhor as coisas, confundir melhor as coisas. E quem é que escreve? Quem vos escreve, Srta. MPS ou Existencia inexistente, ou ambas em uma discussão infinita sobre o que é o que, e pontos de vistas diferentes sobre um mesmo assunto de conclusão já esperada.
E quem aqui vos escreve, não seria alguém que observa de fora o pensamento de uma pessoa consigo mesma? Mas não seria apenas essa pessoa capaz de ouvir seus dialogos? Portanto, quem agora está ai, a dominar estas palavras e manipular o cerebro de uma pequena existencia inexistente?
Se a resposta estiver no texto, não se assustem.... Também não fui capaz de descorir até terminar as pontuações de mais um texto aleatório.
Assinar:
Postagens (Atom)